Overload

Nintendo Wii hospitaliza dez usuários por semana

Publicado no Folha Online

“Dez pessoas são hospitalizadas por semana devido a lesões causadas por jogarem o videogame Nintendo Wii. Segundo o site da emissora “Fox News”, o dado está mobilizando os médicos do Reino Unido a alertar sobre os perigos associados ao console.

O Nintendo Wii tem controle sensível, e jogos que exigem que o usuário se movimente.

Jogador usa controle do videogame Wii como batuta para reger orquestra; movimentos bruscos ocasionam contusões e torções

“Houve um aumento de 100% de pacientes com queixa sobre o console Wii”, disse o médico Dev Mukerjee ao tablóide inglês “The Sun”. O médico é membro do Hospital Broomfield, que fica no condado Essex, Inglaterra.

A maioria dos pacientes é internada depois de usar jogos de tênis, ou aqueles que envolvam movimentos bruscos –o que resulta em ruptura dos ligamentos ou estiramento do tendão. “O Wii pode levar a reumatismo ou artrite em longo prazo, em uma idade mais avançada, devido à inflamação progressiva do ombro ou do punho”, afirma o médico.

Outro machucado comum ocasionado pelo Wii, segundo o médico, acontece na região do joelho. Em casos extremos, pode haver deslocamento da patela (parte óssea do joelho), ou rompimento dos ligamentos.

“O ideal é que, antes de qualquer jogo, as pessoas se exercitem com séries de alongamentos”, aponta Mukerjee.”

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Wii Music

A banda carioca Lens kraftone descobriu que o Wii não é só uma plataforma para jogar games, mas também para fazer música. O grupo de música eletrônica utiliza o Wiimote como um instrumento musical, produzindo sons que podem variar de bateria, sanfona, piano e cavaquinho até som de msn. De tradicional, só uma flauta.

Mais aqui.

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“Can You See Me Now?” Brasil

“Can You See Me Now?” é um jogo de perseguição em tempo real jogado online e nas ruas da cidade. Realizado pela primeira vez no Brasil, os jogadores serão inicialmente “jogados” em posições aleatórias em um mapa virtual das ruas do Bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte.

Situados na cidade real e utilizando computadores de mão, os corredores do Blast Theory perseguem os jogadores online. Usando comandos no computador, os jogadores on-line tentam fugir pelas ruas virtuais, emitindo mensagens e trocando informações, táticas e estratégias. Se um corredor se aproximar ao menos 5 metros de onde o jogador online está no espaço virtual, uma foto correspondente ao lugar, no mundo real, lhe será enviada e sua partida terminada.

“Can You See Me Now?” em Belo Horizonte será um dos eventos realizados no Arte.mov – Festival Internacional em Mídias Móveis, de 20 a 25 de novembro, em MG.

Quer ser um jogador online? Cadastre-se aqui.

Mais sobre o game aqui, e muito mais aqui.

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Apropriações Tecnológicas, novo livro de Karla Brunet

A EDUFBA, editora da Universidade Federal da Bahia – UFBA, acaba de lançar o livro ”Apropriações tecnológicas: emergência de textos, idéias e imagens do Submidialogia#3″, organizado por Karla Schuch Brunet, professora e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Cibercidades – GPC. 

O livro está dividido em três partes (parte 1 – Conceitos e inspirações; parte II – Práticas e Experimentações; e Parte III – um email) que reúne uma série de artigos em torno do universo digital e das intervenções artísticas urbanas, como “Entre o analógico e o digital: apontamentos sobre suas formas de conhecimento e poder”, “Por que não falamos de Propriedade Intelectual?”, “Inventar a gratuidade”, “Bits, Átomos e Conversas Corridas antes do Sub#3 Acabar… “, “Metasubcibertrans”, entre outros. 

Além da edição impressa, o livro também encontra-se disponível na rede em PDF

A apresentação do livro define a proposta: “O livro “Apropriações Tecnológicas. Emergência de textos, idéias e imagens do Submidialogia#3” surgiu da necessidade de organizar o material produzido durante o encontro Sumidialogia#3, realizado em dezembro de 2007, em Lençóis/BA. Submidialogia, com o slogan “a arte de re:volver o logos do conhecimento pelas práticas e desorientar as práticas pela imersão no sub-conhecimento”, é um encontro com o intuito de promover o estudo e discussões sobre teorias e práticas da mídia digital brasileira.”

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Dirty Car Art

 

 

Via Querido Leitor.

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Surfe de corrente

Acessando o blog Além da Rua, conheci uma modalidade realmente radical e urbana conhecida como “surfe de corrente”. A idéia de surfar sobre uma corrente deve exemplificar bem o que Callois tratou como uma busca da instabilidade que leva a um atordoamento físico e psíquico (Ilinx). A prática não é novidade, surgiu com skatistas nos anos 80s. Simples em sua concepção, traz no limite entre a diversão e a queda a atração que está presente em todos os esportes radicais, de superação do equilíbrio e da estabilidade.

 

 

O fantástico é que o cara está de chinelos, pra dificultar um pouco :D

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Projeto Sticker Map

Sticker Map é um projeto de Mobile Blog que realiza um mapeamento fotográfico da intervenção dos stickers na Avenida Paulista, São Paulo, durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro de 2008. Os registros foram feitos todos a partir de um celular N95 com uploads em tempo real, tanto a partir das redes wi-fi da avenida, quanto de conexões 3G. Também foram utilizados Qr-codes com link para a página do projeto.

 

 

Veja mais aqui.

Imperdível a galeria, aqui

Qr-code do projeto:

 


Obrigado pelo link, Conrado!

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Parkour/Free Running

As ruas podem criar usos imprevistos e particulares para as coisas. Um exemplo original são os movimentos e a apropriação de equipamentos urbanos, ruas, paredes e outros elementos a partir da prática do Parkour/Free Running. 

 

 

 

O Parkour surgiu nos subúrbios de Paris, há quase 20 anos, através de brincadeiras de criança de seus fundadores, David Belle e Sébastian Foucan. A atividade tomou uma atitude “outsider”, a partir da busca do movimento e apropriação do espaço. O Free Running é uma linha alternativa criada por Foucan, voltada principalmente para a performance. Atualmente o fenômeno está presente em diversos países. 

Uma das características mais importantes é a de que não há dependência de locais e estruturas pensadas para isso. O ambiente urbano e todos os seus elementos formam um “playground” que pode ser utilizado de formas cada vez mais inusitadas e originais. O importante é o movimento, a interação com os equipamentos urbanos e a extensão das ações pelo espaço da cidade, numa espécie de jogo sem limites, sem fronteiras definidas.

Também existe o desejo de participação efetiva nas ações. No Parkour/Free Running não há avatares, suportes. O corpo é o instrumento, o traceur (praticante do Parkour) personagem ativo. Ele deve vencer obstáculos do ambiente urbano de forma rápida, eficiente, adaptando seus movimentos para ultrapassar as barreiras de forma fluida.  Segundo Foucan, “Free Running is about to move and to be outside, not to stay at home in front of the computer”.

 

 

Body movin’!

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Networked Publics

Entre 2005 e 2006 pesquisadores do Annenberg Center for Communication realizaram estudos para explorar como novas tecnologias em rede estão reconfigurando as formas nas quais interagimos com conteúdo, fontes de informação, outros indivíduos e grupos, além do mundo que nos cerca. O livro, editado por Kazys Varnelis, foi lançado pela MIT Press e traz os principais resultados da pesquisa, divididos em temas relacionados a infra-estrutura, política, cultura e a idéia de lugar. 

 

 

Trecho de “Place: Networked Place”, de Varnelis/Friedberg:

“Place itself does not disappear in favor of the “city of bits.” On the contrary, place is as important as ever, playing a key role in the network itself. Still, the previous examples of recent changes in our relationship to the spaces that surround us are all dominated by the seemingly inescapable logic that the price of new connections is local disconnection. But this logic may soon be changing. Two emerging technologies—the geospatial Web and ubiquitous computing—suggest an intertwining of the network and the local, bringing with it new possibilities and new questions.”

O blog, com seu work in progress, tb está disponível.

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O, minha pesquisa

O, minha maconha

Minha torcida

Minha querida

Minha galera

O, minha cachoeira

Minha menina

Minha flamenga

Minha capoeira

O, minha menina

Minha querida

Minha Valéria…

O, minha maloca

Minha larica

Minha cachaça

Minha cadeia

Minha vagabunda

O, minha vida

Minha mambembe

Minha ladeira

O, minha torcida

Minha flamenga

Minha cadeia

Minha vagabunda

Minha mambembe

Minha beleza

Minha capoeira…

Confira ao vivo com Manu Chao, co-orientador…

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