Archive for the 'Games' Category
Rope Skipping
Esqueça as musiquinhas e brincadeiras infantis, pular corda agora virou esporte – e dos mais arrojados. Os especialistas na nova modalidade, batizada de “rope skipping” (pular corda em inglês), acrescentam à tradicional atividade manobras, elementos de dança e acrobacias.
“Para mim, pular corda sempre foi uma brincadeira antiga e de criança. Também fiquei surpresa quando vi uma apresentação de ‘rope skipping’ feita por um grupo belga. Entrei em contato com eles e descobri o esporte”, conta Ana Sato, uma das integrantes do grupo Corda de Rua, representante da nova modalidade aqui no Brasil.
A trupe viaja todo o Brasil apresentando ao público suas acrobacias enquanto pulam corda. E todos os finais de semana, passam o dia em parques públicos convidando os mais animados a participar da brincadeira.
“Tem que praticar um pouco, mas qualquer pessoa pode se divertir. Quando vamos a um parque, convidamos o público para brincar com a gente. Qualquer pessoa pode pular. O magrinho, o mais gordinho, a criança, o adulto, até quem jura de pé junto que não consegue, acaba conseguindo”, garante Ana, dizendo que não é difícil aprender o “rope skipping”.
Além de tudo, a prática de pular corda é saudável. “É uma atividade aeróbica, que ajuda na circulação, na respiração e no coração, além de trabalhar os músculos. Mas também faz bem à auto-estima e ao humor. É uma atividade muito gostosa, as pessoas se divertem. E tem também a auto-superação.”
O objetivo do Cordas de Rua, criado no início deste ano, é divulgar o esporte e atrair novos praticantes. Para facilitar essa comunicação com outros adeptos, foi criado um blog, que traz ainda vídeos incríveis e a agenda da trupe. “O Brasil, do tamanho que é, deve ter mais alguém que faça isso”, espera Ana.
Criado no final da década de 60, o “rope skipping” se configurou como uma modalidade esportiva, com regras, saltos definidos e federação internacional.
“As regras funcionam apenas em função das competições. Por exemplo, todo mundo que está no grupo tem que pular e também bater a corda. Se for sincronizado, o grupo todo precisa fazer o mesmo movimento ao mesmo tempo. Acabar depois da música também não pode”, afirma Ana.
E completa: “Como o nosso objetivo não é competir, não levamos tudo isso em conta. Queremos divulgar o esporte e mostrar que qualquer pessoa pode praticá-lo”.
Os integrantes do Corda de Rua não cobram pela apresentação e ainda dão dicas para quem quiser começar a praticar por si só. “Não é necessário nenhum tipo de corda especial, mas precisa ter espaço. É simples, apenas isso. Se tiver vontade, pegue uma corda e comece a pular. Não tem pré-requisito. E você ainda pode inventar manobras”, conta Ana. Hoje em dia, aqui no Brasil, já há quem pule corda e faça embaixadinhas ao mesmo tempo.
Fonte: globo.com
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Geocaching
Geocaching é um jogo de caça ao tesouro em que os participantes utilizam um receptor GPS ou outra técnica de navegação para esconder e encontrar “caches” em qualquer lugar do mundo. “Caches” normalmente são pequenas caixas, impermeáveis, contendo um logbook, ou diário de bordo, e um tesouro, que pode ser um brinquedo ou bugiganga de pequeno valor.
Um geocacher cria e esconde a caixa com o logbook e o tesouro. As cordenadas e outros detalhes do local são publicados em um site. Outros geocachers utilizam as informações para encontrar a caixa utilizando receptores GPS. Ao encontrar a caixa os participantes devem escrever seu nome no logbook e podem trocar o tesouro por outro objeto de mesmo valor.
Existem caixas escondidas em todos os tipos de locais, como cidades, florestas, picos de montanhas e no fundo do mar.
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Big Urban Game
A proposta do Big Urban Game é experimentar um jogo de tabuleiro e peão em larga escala, com peças gigantes percorrendo as avenidas das cidades.
Para participar, os jogadores/moradores de Minneapolis e St. Paul, cidades americanas muito próximas, escolhem um dos 3 times do jogo (vermelho, amarelo ou azul). Cada time deve mover uma peça gigante através de uma série de pontos nas cidades. A cada dia o jornal publica a localização de cada peça e duas possibilidades de rota para o ponto seguinte.
Os jogadores escolhem uma das rotas através de ligações telefônicas ou pelo site do jogo. Voluntários então movem as peças entre os pontos, utilizando as rotas mais votadas. O tempo da rota é registrado ao tempo total de cada equipe. Chegando ao ponto final, são calculados os tempos totais de cada equipe. A equipe com o menor tempo total é a vencedora.
Interessante pensar no Big Urban Game como um dos exemplos de jogos baseados em localização que na prática não utilizam nenhum tipo de gadget, como telefones celulares, PDAs, etc. As informações sobre as partidas são publicadas no jornal local. E o site e a central de atendimento por telefone apenas recebem os votos.
A proposta é realmente utilizar a cidade como um imenso tabuleiro para mover peças gigantes, ampliando de forma incrível a escala e o espaço desses jogos.
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WiFi Army
WiFi Army é um jogo, ainda em desenvolvimento, para a plataforma Android/Google. A idéia é realizar um jogo em Realidade Aumentada a partir de 3 tecnologias: GPS, Google Maps e câmera de celular.
Os jogadores registram seus dados e realizam o upload de uma foto para o servidor do jogo. A partir daí, eles podem convidar outros participantes no raio de cobertura do sistema para iniciar uma partida. Cada jogador recebe então a localização e a foto do oponente, o que dá início a uma perseguição. Para vencer, o jogador deve tirar uma foto do oponente. O servidor compara as imagens e se a identidade do oponente for verificada, o jogador contabiliza pontos.
O conceito é uma mistura de “first person shooter” e jogo de espionagem no mundo real, já que os jogadores devem perseguir um ao outro e utilizam a câmera do celular para “atirar” no oponente. A idéia é tornar a localização do jogador, seja uma rua, shopping, campus, etc, um espaço de entretenimento baseado em tecnologia (Google Maps, câmeras). WiFi Army pretende transformar uma situação comum, como uma volta na cidade, em um jogo de perseguição.
No commentsCitiTag
CitiTag é um jogo multijogador wireless baseado em localização, tendo como palco uma cidade. O jogo foi projetado para realçar a interação social através da integração da presença virtual com a presença física.
Com PDAs, os jogadores são divididos nos times verde e vermelho. Eles então percorrem a cidade a procura de jogadores do time oposto, que eles podem “prender” através da sua proximidade. Também podem ser “presos” se um dos oponentes chegar perto. Assim, os jogadores “presos” precisam ser libertados por um parceiro do mesmo time.

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War in Rio
Reconfiguração do clássico jogo “War” traz o mapa da cidade do Rio de Janeiro como tabuleiro, com seus bairros, seus “players”, a exemplo do BOPE, Comando Vermelho, milícias, etc, e uma proposta provocadora e irônica para discussão do tema violência.
Ctrl-C + Ctrl-V do blog do projeto a seguir:
“O objetivo do projeto é gerar uma discussão através de uma proposta cínica de diversão.
Pegando carona no fenômeno de massa ‘A Tropa da Elite’, a idéia é perguntar ao cidadão carioca se ele acha que esse tipo de entretenimento combina com pipoca ou com uma reflexão profunda sobre a realidade de sua cidade.
Por outro lado é também um jogo bem planejado e realizado: uma paródia irresistível para os amantes do clássico e politicamente incorreto passatempo de guerra. No lugar de invadir Moscou, conquistar a África ou aniquilar os exércitos brancos, que tal invadir a Cidade de Deus, conquistar a Baixada ou eliminar o Comando Vermelho?
War in Rio é reflexão e entretenimento canalha.”
Veja blog do projeto aqui.
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Parallel Kingdom
Parallel Kingdom está sendo anunciado como o primeiro Mobile Multiplayer Trans-Reality Game (mais uma categoria..) desenvolvido para os celulares iPhone e os que estão por vir com a plataforma Android/Google. Pouco ainda está disponível de como o jogo se realiza, além das idéias de “trazer uma nova dimensão ao mundo virtual” e “jogar onde você estiver”. Mas o conceito está na utilização de sistemas baseados em localização para que os jogadores possam desenvolver o territórios de seus times através da construção de objetos virtuais em qualquer lugar do mundo real.
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Can you see me now?
Criar uma competição entre jogadores online e jogadores nas ruas, tentando estabelecer o entendimento de um sobre o ambiente e a experiência do outro. Este é um dos objetivos de “Can you see me now?”
O jogo acontece simultaneamente online e nas ruas. Jogadores de qualquer lugar do mundo podem jogar online através de uma cidade virtual. Seus oponentes, os corredores, são os membros do Blast Theory.

Nas ruas, PDAs mostram a posição dos jogadores online para que eles possam ser alcançados pelos corredores. Na web, os jogadores, além do mapa da cidade com a posição dos corredores, também ouvem suas trocas de informação via rádio.
Quando os corredores alcançam a posição dos jogadores online, estes são “vistos” e estão fora da partida. Os corredores também tiram uma foto do local onde virtualmente estariam os jogadores online.

Ao se registrar no jogo, os participantes devem responder a pergunta: “Is there someone you haven’t seen for a long time that you still think of?”. Com essa resposta “Can you see me now?” trabalha elementos de presença e ausência, já que quando são “vistos” pelos corredores, a última coisa que os jogadores escutam pela transmissão de áudio é “Runner 1 has seen (resposta)”.
Tome isso…
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Urban Golf
Reapropriação, reconfiguração e uma nova forma de uso do ambiente urbano como espaço de diversão, tudo isso pode ser encontrado no Urban Golf.

A principal diferença entre o Urban Golf e sua modalidade tradicional é a falta de elementos da natureza e a intensidade dos espaços públicos urbanos, já que a nova forma utiliza áreas de construção, ruas e praças como campo de jogo. Sem contar com suas barreiras e dificuldades nada naturais, como mobiliários urbanos, canais, postes, etc. Situações imprevistas também são possíveis, como a participação de cachorros que sequestram bolas.
O conceito do Urban Golf também está na idéia de adotar diversos ambientes urbanos para a reconfiguração de um jogo que para a maioria das pessoas pode ser considerado inacessível e excessivamente glamuroso.
Mais:
http://www.urbangolf.ch/start.html
http://www.naturalborngolfers.com/en/news
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Pac-Manhattan
Um jogador vestido de Pac-Man corre por uma região de Manhattan enquanto tenta recolher todos os “dots” virtuais localizados nas ruas. Quatro jogadores vestidos como os fantasmas Inky, Blinky, Pinky e Clyde tentam capturá-lo antes que os “dots” sejam recolhidos.
Pac-Manhattan é um “large-scale urban game” que utiliza o desenho da cidade de Nova York para recriar o Pac-Man, uma sensação dos videogames da década de 80. O objetivo é observar o que ocorre quando jogos criados para ambientes virtuais são transferidos para ambientes reais das cidades. A imagem abaixo mostra a região do Washington Square Park, em Manhattan, mapeada como o labirinto do clássico Pac-Man.
”A lot of video games are trying to put you in an environment,” said Dennis Crowley, 27. ”But when you’re playing Pac-Manhattan, you are in that environment. You’re sweating and running around, and you know what it’s like to actually be in the game.”





