Archive for the 'Games' Category
FastFoot
FastFoot Challenge foi indicado como “Best Real World Game” no 5º International Mobile Gamimg Awards – IMGA. O jogo é compatível com celulares de diversas marcas e está disponível para download aqui. Segundo o site oficial: “FastFoot Challenge is a multiplayer GPS game for mobile phones. You can play it with 4 or 5 players in a region with a radius of 1 km (0,62 mi). Play ing FastFoot-Challenge means playing outside, not just moving yout thumbs in front of a big screen!”
Vi no Carnet de Notes
No commentsWaag Society
Em SP conferi a workshop com o pessoal do Waag Society sobre urban games. Foi um evento do Mobilefest (valeu Hartmann!) aproveitando a realização da Gincana Global, projetos das duas instituições que pretende criar um game misturando dispositivos móveis e as características da gincana brasileira. O game será uma disputa entre times do Brasil e da Holanda e vai explorar aspectos multiculturais dos dois países. No dia da workshop foi realizado um piloto com uma turma de crianças na Av. Paulista.

Na workshop, Rinske Hordijk e Ronald Lenz apresentaram a estrutura e o conceito do Waag Society. Coisa incrível, os caras ficam num castelo de trocentos anos pesquisando e desenvolvendo ações e aplicativos para uso em diversas áreas, como educação, cultura e entretenimento. Eles já realizaram diversos pervasive games, como Frequency 1550, Fort Amsterdam e uma extensa lista de projetos. Estavam presentes, além das crianças que participaram do piloto da Gincana Global, professores, pesquisadores e game designers. Tivemos tempo de criar projetos durante a workshop que foram comentados pelo pessoal do Waag. Acho que a impressão que ficou para eles é que uma workshop sobre urban games no Brasil deve ser diferente de qualquer país do mundo, principalmente os europeus. O processo acaba se tornando muito mais “quente” com uma participação mais dinâmica dos presentes.

Achei o resultado muito bacana porque mostrou o processo de criação de jogos de rua, com uso de dispositivos móveis e redes pervasivas, a partir das experiências e pontos de vista de pessoas de áreas diferentes, como arquitetos, designers, professores e, principalmente, as crianças que contribuiram com idéias excelentes.

Arte.Mov: “Can you see me now?”
“Can You See Me Now?” é um projeto do grupo inglês Blast Theory, com a colaboração do Mixed Reality Lab, da Universidade de Nottingham. O jogo de perseguição combina jogos online, redes de comunicação sem fio e mundos virtuais.
Jogadores de qualquer lugar do mundo podem jogar online através de uma cidade virtual. Na interface do jogo eles são perseguidos pelos membros do Blast Theory, chamados de runners. O detalhe interessante é que enquanto os jogadores online movimentam avatares na cidade virtual, os runners estão realmente correndo pelas ruas da cidade. No caso, o bairro de Santa Tereza, em BH.
Usando comandos do computador, os jogadores online tentam fugir pelas ruas virtuais, trocando mensagens, informações e estratégias com outros jogadores online.
Na cidade real, os runners podem acompanhar a posição dos jogadores online através de um PDA e trocar informações via rádio. A posição deles é monitorada através de GPS.
Quando um runner alcança a posição de um jogador online, o que representa estar pelo menos a cinco metros de sua posição no espaço real, este é “visto” e está fora do jogo. No momento que os runners alcançam a posição dos jogadores online, eles também tiram uma foto do local na cidade real, mostrando onde eles virtualmente estariam. A imagem abaixo mostra o lugar onde o meu avatar deveria estar quando fui alcançado por um dos runners.
Foi muito interessante jogar online, ainda em Salvador, e ver o jogo acontecendo ao vivo em BH. As pessoas ao redor ficavam muito curiosas, tentando entender quem aqueles runners estavam perseguindo. Veja abaixo uma matéria sobre o jogo realizada pelo programa Olhar Digital, acho que ajuda a ter um feeling do que acontece em “Can You See Me Now?”.
No comments“Can You See Me Now?” Brasil
“Can You See Me Now?” é um jogo de perseguição em tempo real jogado online e nas ruas da cidade. Realizado pela primeira vez no Brasil, os jogadores serão inicialmente “jogados” em posições aleatórias em um mapa virtual das ruas do Bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte.
Situados na cidade real e utilizando computadores de mão, os corredores do Blast Theory perseguem os jogadores online. Usando comandos no computador, os jogadores on-line tentam fugir pelas ruas virtuais, emitindo mensagens e trocando informações, táticas e estratégias. Se um corredor se aproximar ao menos 5 metros de onde o jogador online está no espaço virtual, uma foto correspondente ao lugar, no mundo real, lhe será enviada e sua partida terminada.
“Can You See Me Now?” em Belo Horizonte será um dos eventos realizados no Arte.mov – Festival Internacional em Mídias Móveis, de 20 a 25 de novembro, em MG.
Quer ser um jogador online? Cadastre-se aqui.
Mais sobre o game aqui, e muito mais aqui.
No commentsSurfe de corrente
Acessando o blog Além da Rua, conheci uma modalidade realmente radical e urbana conhecida como “surfe de corrente”. A idéia de surfar sobre uma corrente deve exemplificar bem o que Callois tratou como uma busca da instabilidade que leva a um atordoamento físico e psíquico (Ilinx). A prática não é novidade, surgiu com skatistas nos anos 80s. Simples em sua concepção, traz no limite entre a diversão e a queda a atração que está presente em todos os esportes radicais, de superação do equilíbrio e da estabilidade.
O fantástico é que o cara está de chinelos, pra dificultar um pouco
Parkour/Free Running
As ruas podem criar usos imprevistos e particulares para as coisas. Um exemplo original são os movimentos e a apropriação de equipamentos urbanos, ruas, paredes e outros elementos a partir da prática do Parkour/Free Running.
O Parkour surgiu nos subúrbios de Paris, há quase 20 anos, através de brincadeiras de criança de seus fundadores, David Belle e Sébastian Foucan. A atividade tomou uma atitude “outsider”, a partir da busca do movimento e apropriação do espaço. O Free Running é uma linha alternativa criada por Foucan, voltada principalmente para a performance. Atualmente o fenômeno está presente em diversos países.
Uma das características mais importantes é a de que não há dependência de locais e estruturas pensadas para isso. O ambiente urbano e todos os seus elementos formam um “playground” que pode ser utilizado de formas cada vez mais inusitadas e originais. O importante é o movimento, a interação com os equipamentos urbanos e a extensão das ações pelo espaço da cidade, numa espécie de jogo sem limites, sem fronteiras definidas.
Também existe o desejo de participação efetiva nas ações. No Parkour/Free Running não há avatares, suportes. O corpo é o instrumento, o traceur (praticante do Parkour) personagem ativo. Ele deve vencer obstáculos do ambiente urbano de forma rápida, eficiente, adaptando seus movimentos para ultrapassar as barreiras de forma fluida. Segundo Foucan, “Free Running is about to move and to be outside, not to stay at home in front of the computer”.
Body movin’!
No commentsBotfighters
O lançamento de Botfighters, em 2002, mostrou como o ambiente/contexto poderia realçar experiências de jogo, trazendo uma nova percepção do espaço urbano para os jogadores, além de um estímulo ao reconhecimento da cidade como um espaço de diversão, socialização e interação.
O jogo foi considerado o primeiro a utilizar as possibilidades dos serviços baseados em localização. Utiliza recursos de GSM para localizar participantes e mensagens de texto simples para a realização das disputas. Através da movimentação dos participantes nas cidades, diversas oportunidades de jogo são criadas, já que o fator proximidade é condição necessária para as batalhas. O celular é ao mesmo tempo arma e radar.
Os participantes acessam o site do jogo e criam um robô. Quando estão nas ruas eles conseguem identificar através de seus celulares a presença de outros participantes/robôs. Acontece então uma disputa através da troca de mensagens SMS. Os vencedores ganham “robucks”, uma moeda do jogo, para comprar mais armas e fazer um upgrade em seus robôs. Os perdedores podem ter sua energia reduzida ou desligada.
O resultado das batalhas depende do tipo de arma escolhida, armadura utilizada pelos robôs, entre outros fatores. No site do jogo é possível acessar o ranking dos jogadores e informações sobre missões, por exemplo.
No commentsGonzalo Frasca no Brasil
A Universidade Federal de São Carlos e o Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som realizam o evento “Videogame levado a sério” com uma palestra sobre videojogos e comunicação e um mini-curso sobre teorias contemporâneas dos estudos de videojogos, realizados por Gonzalo Frasca, professor e desenvolvedor, chefe de criação de jogos da Powerful Robot Games, que desde 2001 mantém o blog www.ludology.org.
Dias 25 e 26 de agosto, em São Carlos/SP.
No commentsIV Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação
Programa de Mestrado em Educação e Contemporaneidade da UNEB promove o IV Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação. O evento discute uso pedagógico dos jogos e socializa trabalhos de pesquisadores da área. Dias 18 e 19 de agosto, em Salvador.
O seminário será realizado no auditório Jurandir Oliveira, no DEDC do campus I da UNEB. As inscrições, gratuitas, foram abertas a todos os interessados na área de jogos educativos. O encontro dará continuidade às discussões sobre o tema, iniciadas pela UNEB em 2005. Neste período foi criada a Rede Brasileira de Jogos e Educação, que congrega pesquisadores de diferentes regiões do Brasil que atuam e têm interesse na área de desenvolvimento de jogos eletrônicos.
Programação aqui.
Fonte: Portal UNEB.
No commentsBackseat Playground
Explorar tecnologias para a formatação de narrativas interativas, criação de engines para jogos no mundo real, enriquecer o tempo que as pessoas passam no banco de trás dos carros e apoiar o aprendizado de disciplinas como geografia e história local de uma forma mais divertida. Esses são alguns dos objetivos do projeto Backseat Playground.
O jogo também busca possibilitar a incorporação de diferentes aspectos da mobilidade para a criação de experiências imersivas. A idéia é envolver os jogadores em uma jornada ao invés de apenas focar em uma tela, tornando a experiência do deslocamento divertida e relacionada aos lugares visitados.
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